domingo, 2 de agosto de 2009

Fragmentos do meu segundo livro (ensinamentos para alma)

“Não pratiques a vingança, ela baixa a consciência humana e desgasta a alma. Aprenda que o tempo é o remédio para todas as feridas e que aqueles que te fizeram chorar ontem podem está chorando amargamente num futuro não muito distante. Tem coisas na vida que devem ser relevadas de forma que o homem passa a ser flexível, e isso é preciso no mundo que desejas entrar.
“Se caminhas em senda virtuosa e praticas atos virtuosos, não há necessidade ter inveja ou despeito aos que nasceram em berços de ouro, pois a virtude se adquire pelos grandes homens e sangue se herda qualquer um, “e vale por si só a virtude o que não vale o sangue”.
“A justiça praticada pelos sábios encontra provas nas lágrimas dos pobres, mas quando vêem cheias de informações como as do rico. Então, como deve ser, não te
comova lágrimas, mas sim informações que te façam julgar em pleno raciocínio lógico.
“Enxerga a verdade e a mentira nas palavras dos ricos, assim como nos soluços e importunidades de um pobre.
“Se chegares a julgar atos que nos deixem sentidos e revoltados, não descarregues todo o peso da lei sobre o réu, pois vale muito mais um juiz beneplácito que um juiz impiedoso. E se caso dobrares o peso na justiça, dobre o da misericórdia.
“Se chegares a teu poder um réu inimigo, afasta da mente a ofensa e praticas a justiça com verdade, retidão e respeito.
“Se mulheres formosas te pedirem justiça, “retira os olhos de suas lágrimas e ouvidos de seus gemidos” e espera um tempo mister para raciocínio de sexos iguais, igualdade, “pois deves demoradamente considerar a substancia que se pede, para que tua razão não se aniquile em seus prantos e suspiros”.

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